11 abr, 2017 // por Mariana Romero
Uma conversa sobre novas possibilidades

A cada instante da nossa vida nós mudamos e tomamos decisões. Mudar dá medo. Tomar decisões dá mais medo ainda e você muitas vezes quer passar a bola pros seus pais, que sempre tomaram as decisões por você.

Quando por exemplo, você vai ter a mudança do colégio pra faculdade, acho que essa é a que mais mexe com todo mundo, porque sempre vêm as mesmas perguntas a mente: “E se esse não for o curso certo?”, “E se eu não fizer amigos?”. Como sempre o “e se” está presente, o medo que as pessoas têm de mudar traz essa insegurança, mas eu posso te garantir que você não está sozinho.

E quando você descobre que aquele não era o seu curso dos sonhos? “Meus pais vão morrer de decepção”, “Eu vou ser o fracasso da família”, “Todos vão me olhar como o covarde”. Poxa, não pensa assim não, acima dos seus erros existem os seus acertos.

Nunca se coloque como o inferior, saiba que você é tão capaz quanto os outros. Nunca tenha medo e se ache imaturo por isso, todos têm medo. Sempre busque forças nos seus amigos, no seu namorado(a), na sua família; busque a religião, o pensamento ou qualquer outra coisa que te fortaleça, busque o apoio de quem te ama e se importa contigo.

Decisões fazem parte do ciclo da vida, às vezes nós erramos, mas e daí? Quem disse que a vida só é feita de acertos? Atire a primeira pedra quem nunca errou. E sabe o que é mais gostoso? Quando o tempo passa e você pensa: “Como eu chorei, tive medo, achei que o mundo estava se acabando por um erro, ou por uma mudança inesperada?!” E você ri daquilo consigo mesmo.

Se você achar que o mundo está desmoronando na sua cabeça, lembre-se que existem pessoas com problemas muito maiores que os seus e que tudo passa, independente de qualquer coisa.

Obstáculos sempre irão surgir, cabe a você contorná-los. Acredite em si mesmo, você consegue, eu sei.

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Fernando Pessoa


 

22 mar, 2017 // por Dienifer Reis
O iluminador líquido mais desejado do momento

Recentemente vi essas belezinhas em alguns sites de beleza e no Pinterest e desde então estou cogitando a possibilidade de comprar um pra mim porque né…!

O Unicorn Oil se trata de um iluminador líquido. Quer dizer, na verdade, a Glow Cult Cosmetics, fabricante do produto indica o uso sobre a pele limpa, sem nada de maquiagem já que esse iluminador serve para hidratar a pele e de brinde vem uns brilhinhos que nois ama! Ou seja, o negócio multifuncional!!!! <3

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PicMonkey Collage

O Unicorn Oil é feito a base de uma mistura de vários óleos, entre eles o óleo de coco e o de amêndoas e só com esses dois já temos todas essas vitaminas: E, A, B1, B2 e B6.

Existem cinco cores disponíveis: Moon Beam, 24k Gold, Rose Gold, Celestial e Iridenscent Rose. Tem cor pra todo gosto e tom de pele!

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Eu amei muito a embalagem e apresentação do produto, esse formato conta gota parece dosar bem o uso e por ser transparente facilita a identificação quando você tem mais de uma cor do mesmo na necessaire.

Cada frasco custa 16,99 dólares (tá na promo) e o kit com todas as cores custa 69,99 dólares (também em promo). O frete pro Brasil fica 22 dólares, achei pesado 🙁 #sóchora

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Sobre a marca: a Glow Cult Cosmetics foi fundada em dez/2016 por uma mãe e sua filha. Os produtos são feitos em pequena escala por serem produzidos à mão (adoro isso!). Contém apenas materiais naturais, são veganos e cruelty free (AMO!).

Confesso que to doida pra comprar um vidrinho, só não sei ainda qual. O que achou? Me conta aí nos comentários!


 

20 mar, 2017 // por Dienifer Reis
Uma breve reflexão do que é ter e ser um coração

Meu coração. O que tem? O que é? O que faz? Meu coração.

Esse órgão tão importante na medicina e tão falado nas artes. Tão complexo, tão falho, tão único. Cada um sabe dos prazeres e dores que carrega com si. Cada um sabe, de forma incerta, a certeza que é simplesmente ser o que se é. Mas o que somos? Se uma hora somos maiores que um planeta e, de repente, já somos menores que um grão. Somos concreto, somos fluidos, somos quem somos? Só sei que somos corações.

Dentro do meu peito bate aquele que já foi gente, que já foi bicho, que já foi móvel, lugar, momento. Bate aqui dentro aquilo que já foi tocado e hoje nem existe mais em plano físico. O toque. Nada se sente, se muda ou se torna se não houver O toque. Toque de alma, de carne, de choque, de realidade, sonho, talvez. E, subitamente, entre um batimento cardíaco e outro, já se criou uma ação dentro de mim. Às vezes, já se criou um novo eu e eu, que sou tão eu, nem vi.

O que é o meu coração? Talvez seja o monge quieto que em uma manhã colorida medita, observa e indaga sobre o que é viver. Viver e ver, com a alma. Meu coração é bagunça em quarto de criança. É cidade grande em clima de natal. Meu pulsar é a vida salva por um herói de chinelo e sem capa. Meu coração é o mendigo mais faminto da rua mais miserável que mesmo sem quase nada oferece o pouco que tem pra quem mais precisar, pois sabe que é dividindo que se ganha. Meu coração é artéria prestes a entupir devido às tantas e tantas porcarias que ingeri em dias de celebração. Meu coração é o lugar que procuro estar sem perceber que já estou, que já tenho, que já sou. Meu coração é carta escrita a mão numa era de computadores.Meu coração é cachorro dado e gato desconfiado. Meu coração é o silêncio de quem não precisa falar nada pra que se conte muito. Meu coração é o olhar despido seguido de um sorriso tímido. Meu coração é  garoto medroso obrigado a virar homem indestrutível. Meu coração é a menina desiludida. Meu coração é o calor da euforia, é o choro de alegria. Meu coração é silêncio em alto mar. Meu coração é cheiro de terra molhada, é receita de vó que deu errada. Meu coração é a ausência de segurança, é o pulo no escuro, a queda livre. Meu coração é fênix, ora vira pó, ora vira vida, ora voa. Meu coração é consciência embora os céticos insistam em dizer que é emoção. E desde quando emoção deixou de ser a prova da razão?

Faço de mim casa de repouso. Pessoas entram, pessoas saem e as mais importantes me levam com elas, permanecem em mim. Sou constante, logo, preciso de recarga. Ração pra alma e, o que melhor para isso senão o raro e verdadeiro? Eu busco pelo copo d’água no deserto do Saara. Eu observo os movimentos das pessoas na rua à procura de gentilezas invisíveis perante a correria do cotidiano. Eu fecho os olhos quando a primeira, ou última, gota de chuva cai sob minha cabeça e atravessa meu corpo numa corrente de energia. Paro, sinto. Procuro ser a melhor versão do ser humano. Eu erro. Recomeço e tento de novo. Erro. Recomeço. Me alimento por sentimentos, almejando momentos, colecionando o tempo líquido que escorre das minhas mãos. Bebo amores, farejo medos, invisto em desejos, quebro a cara com decepções.

Coração. Cor-ação. Ação de vida. Ações minhas, impactadas por outros. Cor primária. Cor de rápida localização. Então por que fica tão difícil enxergar o outro? Falta de empatia? De atração? De… tempo?

Egoísmo? Individualismo?

Falta de autoconhecimento.

Falta de evolução.

Falta de coração.

Sem coração não há vida, e não estou falando de forma científica.

créditos | ilustração: Leonilson 


 

11 ago, 2012 // por Dienifer Reis
Hoje quando estava visitando uns blogs, vi um post sobre piercings que me chamou atenção e me serviu de inspiração. Me fez lembrar de quando eu queria – muito – clocar um no nariz, mas acabei desistindo. Pelo menos uma vez na vida alguém deve ter pensado na hipótese de colocar um piercing em algum canto do seu corpo. Mas o que muita gente não sabe é que o piercing assim como as tatuagens, surgiram em povos antigos como os maias e os faraós, naquela época grande parte dessas tradições serviam para marcar castas sociais entre as tribos. Hoje em dia não é mais assim, as pessoas usam e abusam deles em nome do estilo e principalmente entre os grupos de jovens.
Quando for fazer o furo procure informações sobre o lugar e todos os tipos de cuidados que você vai precisar ter. Isso é importante pra que depois não surja problemas maiores. Para evitar futuros transtornos, é ideal que o piercing seja muito bem higienizado, independente de qual seja o tipo, peça ajuda ao profissional que fizer o furo para que ele te dê dicas especiais para o período pós-furo.
É bem possível de que quando você fure surja a queloide, um carocinho rosado que em alguns casos aparece bem ao lado do furo. A blogueira Bruna Vieira passou por isso e por indicação de uma amiga ela usou uma pomada chamada DIPROGENTA que em menos de dois dias resolveu tudo.
Alguns tipos de piercings mais comuns:
1. Monroe piercing.

Acho que tipo bem fofo e delicado, é um dos poucos que eu usaria. Ele tem esse nome porque fica no mesmo lugar que a pinta da diva Marilyn Monroe, as estilosas do  WeHeartIt  são bem fãns desse tipo de piercing. Ele só teve reconhecimento em meados dos anos 90 e a sua cicatrização leva em média 11 semanas, o lábio costuma ficar inchado nos primeiros dias. As pessoas que já aplicaram dizem que a dor é suportável.

2. Nostril.

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Eu usaria! Esse é o que eu queria colocar mas acabei desistindo. É bem comum, na verdade acho que ele é o mais popular. Na hora da aplicação requer grande cuidado: técnica, posicionamento e jóias adequadas são fundamentais para um furo bem feito. Dizem que a dor é suportável, menor até de quando se fura a orelha. O tempo de cicatrização é de 6 a 12 meses.
 
3. Labret.
 
Acho bonito mas não usaria. Muito usado entre a tribo Scene. Há várias formas de perfuração e modelos de piercings para essa região. No mundo rocker ele faz bastante sucesso. O piercing deve ter a mesma espessura que  furo pra que não haja futuros incômodos tipo inchaço e inflamação. Sua cicatrização é em média de 8 a 12 semanas.
 
4. Piercing no Septo 
 
Acho muito lindo e ao mesmo tempo estranho, uma amiga minha usava e diz ela que a aplicação é muito dolorosa! As pessoas tem um certo preconceito com esse estilo já que costumam comparar as pessoas que usam com imagens de touros com septo nasal. A cicatrização pode sim ser bem dolorida, mas isso é normal já que tem uma grande quantidade de terminações nervosas na área.
5. Cheek Piercing.
 
A perfuração é feita no tecido facial, na cavidade bucal, é mais comum ver as pessoas usando esse tipo nos dois lados do rosto. Acho bem bonitinho, mas não usaria. Fica mais fofo em quem tem “covinhas” nas bochechas. A dor é rasuável e o tempo de cicatrização é de 8 à 12 semanas.
 
6. Piercing na língua. 
 
 
Pode não parecer mas é o piercing menos doloroso e mais rápido de cicatrizar. Dizem que a dor é suportável e que a língua pode ser furada em qualquer parte mas mesmo assim não dispensa o auxílio de um bom profissional na hora da aplicação. O tempo de cicatrização é de 4 à 8 semanas e pode sim ficar com a língua inchada nos primeiros dias. Eu jamais usaria esse tipo! Acho nojento e tenho medo de que inflame. 
 
7.  Smiley piercing.
 
Acho lindo, e teria coragem de colocar. Confesso que antes não curtia muito esse tipo mas depois de conhecer aquela minha amiga que colocou no septo, passei a gostar. Ele é bem discreto e tem esse nome porque só pode ser percebido quando sorrimos. A perfuração é feita no interior do lábio superior. Cicatriza de 6 à 8 semanas.
8. Navel piercing. 
 
Já passou o tempo em que eu achava esse modelo bonito, confesso que de um tempo pra cá a admiração acabou já que as meninas que usam costumam usar blusas mostrando a barriga (que por sinal é uma coisa que eu acho ridícula!), ele sem dúvidas é um dos mais populares aqui no Brasil, e no tempo dos faraós, somente a família real usava o piercing no umbigo. O tempo de cicatrização é em torno de 4 à 6 meses.
Bom, existe muitos outros tipos de piercings, mas trouxe só esses mesmo. Tem algum que você usaria? Qual? Comente! (: